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Castelo de Vide foi tomada aos Mouros por D. Afonso Henriques que a doou a Gonçalo Mouzinho, cavaleiro nobre do tempo de seu pai.

Em 1180 dava-lhe foral particular Pedro Eanes. D. Afonso III doou-a a seu filho, o infante D. Afonso, juntamente com Portalegre e Marvão. Nas lutas que este teve com o seu irmão, o rei D. Dinis, Castelo de Vide foi um dos pontos de discórdia pois o infante desejava muralhá-la no que o rei não consentia. as discórdias entre os dois irmãos só terminaram em 1282 e D. Afonso cedeu a vila à coroa.

D. Dinis fez então algumas obras de defesa.

Dizem uns, que fundou o castelo, outros porém, opinam que o rei se limitou a edificar a torre de menage e a fazer algumas reparações. É possível realmente que no local já existissem quaisquer obras defensivas, que tenham sido aproveitadas por D. Dinis.

Desta altura data a importância histórica da vila.

Origem do nome:
A origem do nome de Castelo de Vide é geralmente atribuído a um vide ou vides que nasceram e abundaram no sítio do primitivo burgo onde depois se edificou o castelo; outros, porém consideram que esta vila se chamasse Vila Devide ou Divide por estar muito próxima da raia. Para os que aceitam a primeira hipótese o vocábulo Videtem tem origem na videira que figura no brasão de armas; para os segundos, esse vocábulo deve atribuir-se à posição elevada em que a vila se encontra e da qual se descobrem horizontes amplos que abrangem os dois lados da fronteira.

 

O que Castelo de Vide tem para lhe oferecer:
Castelo de Vide é uma terra de muitos sabores, de muitas cores e de muitos encantos...entre o intenso verde da serra ergue-se uma vila que muito tem para lhe mostrar, se aprecia a flora pode deliciar-se com as cores e os cheiros da muitas espécies aqui existentes: narcisos, crocus, arenárias, castanheiro, carvalho, pinheiro,... e muitas outras plantas que o vão encantar.

Ao nível da fauna, Castelo de Vide é uma zona privilegiada pela quantidade de animais que aqui podemos observar: Cegonha branca, águia de asa redonda, perdiz, abutre do Egito, raposa, javali, lebre, coelho, veado,... e tantas outras espécies que nos cativam pela sua beleza.

Se pretende almoçar ou jantar não pode deixar de saborear os nossos pratos típicos: Sopa de sarapatel, sopa de batata com pimentos, escabeche, cachafrito, alhada de cação, molhinhos com tomatada, pezinhos de coentrada e peixinhos da horta... são muitos sabores que o vão deixar com água na boca... os nossos doces são uma delícia, por isso prove a nossa boleima de maçã, bolo de castanha, bolo finto, bolo de massa e as queijadas.

Se gosta de perder o olhar no horizonte e observar o que é bonito, Castelo de Vide tem paisagens fascinantes: o Penedo Monteiro, a Praça Alta, Cipresteiro e muitas outras, mas terminar o seu passeio pela nossa terra não se esqueça de subir à senhora da Penha e depois desfrute da linda paisagem que se estende à sua frente e pode ter a certeza que jamais esquecerá tanta beleza...

Como recordações para os amigos e familiares pode levar uma peça do nosso artesanato: trabalhos em madeira e cortiça, trapologia (patch work), bonecos de barro, bordados e ferro forjado... não se esqueça que as recordações falam por si e fazem-lhe lembrar momentos únicos... por isso veja o nosso artesanato e leve consigo um pedacinho da nossa terra.

Somos um povo de brandos costumes, muito acolhedor e festivo, por isso aqui ficam as festas da nossa terra: Carnaval trapalhão, Semana Santa, Páscoa, as romarias da Srª da Luz, Nossa Senhora da Alegria e Nossa Senhora da Penha.

Castelo de Vide convida... não se esqueça de aparecer!...

 

 

Fonte:
http://www.minerva.uevora.pt/aniext/terra.htm
Trabalho realizado pela turma de 4º ano (2008/ 2009) da Escola do 1º Ciclo de Castelo de Vide 
com a orientação da professora Alda Mota.